Substância Pessoal

domingo, 24 de abril de 2016

[Análise] Qual a diferença entre Liberalismo e Anarquismo

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O liberalismo clássico é uma doutrina ou corrente do pensamento político que defende a maximização da liberdade individual mediante o exercício dos direitos e da lei. O liberalismo defende uma sociedade caracterizada pela livre iniciativa integrada num contexto definido. Tal contexto geralmente inclui um sistema de governo democrático, o primado lei, a liberdade de expressão e a livre concorrência econômica.

O liberalismo rejeita diversos axiomas fundamentais que dominaram vários sistemas anteriores de governo político, tais como o direito divino dos reis, a hereditariedade e o sistema de religião oficial. Os princípios fundamentais do liberalismo incluem a transparência, os direitos individuais e civis, especialmente o direito à vida, à liberdade, à propriedade, um governo baseado no livre consentimento dos governados e estabelecido com base em eleições livres; igualdade da lei e de direitos para todos os cidadãos.[ 
O anarquismo foi um movimento que surgiu na mesma época em que emergiu o socialismo de Marx e Engels, tendo em Pierre-Joseph Proudhon, autor do livro “Que é a propriedade?”, um de seus primeiros teóricos. A primeira base da teoria anarquista é o fim da propriedade privada, pois segundo o próprio Proudhon, a mesma era o suicídio da sociedade. 

O segundo termo fundamental da teoria é o fim do Estado, já que existe a crença de que o mesmo é nocivo e desnecessário para a sociedade e que favorece exclusivamente as classes dominantes – no caso da época, a burguesia. A terceira característica do anarquismo é a crença na liberdade e ordem obtida de forma espontânea, sem a intervenção do Estado através de leis. 

Para os anarquistas, deveria haver uma sociedade sem Estado, equilibrada na ordem, na liberdade de forma voluntária e na autodisciplina. No caso, o Estado seria uma abstração, uma ficção, uma mentira, que defendia apenas as classes mais altas e deveria ser extinto. Entretanto, os anarquistas são a favor de uma forma de organização voluntária, sendo que os seres humanos deveriam ter a liberdade espontânea sem ter que seguir diretrizes partidárias.

Assim, a própria comunidade deveria se reunir para tomar decisões de seu interesse, desenvolvendo a responsabilidade pelo seu grupo social, ou seja, sem a existência do Estado e de leis, pois para os anarquistas, as instituições sociais de caráter autoritário impedem que o ser humano desenvolva uma perspectiva cooperativa. 

O anarquismo foi um movimento que surgiu na mesma época em que emergiu o socialismo de Marx e Engels, tendo em Pierre-Joseph Proudhon, autor do livro “Que é a propriedade?”, um de seus primeiros teóricos. A primeira base da teoria anarquista é o fim da propriedade privada, pois segundo o próprio Proudhon, a mesma era o suicídio da sociedade. 

O segundo termo fundamental da teoria é o fim do Estado, já que existe a crença de que o mesmo é nocivo e desnecessário para a sociedade e que favorece exclusivamente as classes dominantes – no caso da época, a burguesia. A terceira característica do anarquismo é a crença na liberdade e ordem obtida de forma espontânea, sem a intervenção do Estado através de leis. 

Para os anarquistas, deveria haver uma sociedade sem Estado, equilibrada na ordem, na liberdade de forma voluntária e na autodisciplina. No caso, o Estado seria uma abstração, uma ficção, uma mentira, que defendia apenas as classes mais altas e deveria ser extinto. Entretanto, os anarquistas são a favor de uma forma de organização voluntária, sendo que os seres humanos deveriam ter a liberdade espontânea sem ter que seguir diretrizes partidárias.

Assim, a própria comunidade deveria se reunir para tomar decisões de seu interesse, desenvolvendo a responsabilidade pelo seu grupo social, ou seja, sem a existência do Estado e de leis, pois para os anarquistas, as instituições sociais de caráter autoritário impedem que o ser humano desenvolva uma perspectiva cooperativa.
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sábado, 23 de abril de 2016

Brasil liberal

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A maioria das pessoas não é a favor do liberalismo, por não conhecer realmente o que ele é. Elas pensam que justamente por termos serviços privados que nem sempre tem qualidade e além de tudo é caro, a privatização e o liberalismo seria algo inadmissível, pois tudo seria do mesmo jeito, que é, caro e de baixa qualidade.
Mas ao contrario do que se pensa, a privatização e a diminuição do estado é uma excelente ideia, veja os motivos.
 Com a redução do estado para um parlamentarismo representativo, e a privatização de tudo que é publico teríamos:
1 - Impostos cairiam dos 30~70% para 5~9%, pois não teríamos uma maquina publica gigantesca para bancar.
2 - Teríamos um Judiciário independente, e políticos sem prerrogativa de foro privilegiado.
3 - Consequentemente tudo seria privado, mas por causa da ampla concorrência teríamos serviços de qualidades superiores, baratos pois não pagaria tantos encargos como agora e o salario seria muito superior, pelo motivo que os encargos e tributos do governo teriam fim, ocasionando um alto aumento no rendimento. Você sabia, que se você recebe 4 mil, o seu chefe gasta mais 4 mil de impostos e encargos do governo? Pois é.... Isso não iria mais existir, por isso o salario iria aumentar cerca de 3x+.
4 - Tudo seria mais barato! Graças a competitividade do comercio, e por não ter tantos impostos. (Imagina só gasolina a pouco mais de 2 reais... Ou menos...)
5 - A corrupção reduziria drasticamente, já que o estado não estaria envolvido com mais nada.
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